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Daniel Rodrigues explica demissão: «Alguns acontecimentos mostraram que havia tentativas de condicionamento da Assembleia Geral»

Daniel Rodrigues explica demissão: «Alguns acontecimentos mostraram que havia tentativas de condicionamento da Assembleia Geral»

Desporto14 de Fevereiro, 2018 15:03

Daniel Rodrigues explicou o seu pedido de demissão do cargo de vice-presidente da Assembleia Geral do Votória, quando se esperava que recaísse em si a condução do processo eleitoral.

O associado vitoriano revelou, ao DESPORTIVO de Guimarães, que “acontecimentos recentes levaram-me a questionar a autonomia, independência e imparcialidade da Mesa da Assembleia Geral. É certo que esperava conduzir este processo, porque a candidatura do Eng. Isidro Lobo levaria nesse sentido, mas alguns acontecimentos mostraram que havia tentativas de condicionamento da Mesa, por elementos externos. No respeito aos Estatutos do clube, a minha autonomia tinha de ser clara. A minha lealdade é com os vitorianos, por isso apresentei o meu pedido de demissão”. Questionado sobre quais foram as tentativas de condicionamento sobre a Mesa da Assembleia Geral, Daniel Rodrigues não quis ser explícito: “Quando existem propostas que chegam à Mesa sem serem decididos pela Mesa, isso põe em causa todo este processo. A minha lealdade é só com os vitorianos”.

A solução adoptada por Isidro Lobo, com a chamada de Pedro Xavier e Nuno Mendes, também mereceu críticas de Daniel Rodrigues: “Todos nós queremos o melhor para o Vitória. Respeito muito as pessoas em causa, mas se estivesse no lugar do Presidente da Assembleia Geral e não tivesse Vice-Presidente, estando no terreno duas candidaturas chamava ambos e formava uma Mesa da Assembleia Geral de consenso. Penso que assim estaria garantida a imparcialidade, autonomia e independência. Não quer dizer que assim não esteja, porque as pessoas coaptadas têm toda a credibilidade. Não estão em causa os nomes, mas forma como o processo decorreu. Quem tomou as decisões, ou quem tentou condicioná-las, é que deve responder por elas”. Mas, quem tentou condicionar a Mesa da Assembleia Geral, insistimos? “Não vale a pena. Nesta altura, o Vitória precisa de estabilidade, que os candidatos esclareçam da melhor forma todos os vitorianos e que o processo eleitoral decorra da melhor forma, tranquila, porque o Vitória é muito maior do que todos nós. Não somos nós que podemos colocar em causa a vida do Vitória”.

Apesar de se ter demitido da vice-presidência da Assembleia Geral, Daniel Rodrigues continua ligado ao Vitória, uma vez que mantém o cargo de presidente da Assembleia Geral da SAD. E não o pretende fazer, porque, garante, “uma coisa não tem nada a ver com a outra. Continuarei a exercer o meu cargo com total imparcialidade e sempre defenderei os interesses dos accionistas do Vitória”.

 

 

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