Júlio Mendes: "Ficou claro que não cometemos crime algum, que agimos com absoluta diligência e que salvamos o clube de ter fechado"



O ex-presidente do Vitória, Júlio Mendes, afirmou que a sua absolvição, e dos ex-vice-presidentes Armando Marques, Hugo Freitas, Francisco Princípe e Luís Cirilo, do crime de abuso de confiança fiscal, foi o “desfecho que esperávamos.”

O antigo presidente do clube e da SAD sublinhou que “o Tribunal teve o cuidado de frisar que foi provado que nunca existiu dolo em nada do que fizemos e que não foi cometido nenhum crime.” Acrescentou que com esta sentença “foram reparados um conjunto de equívocos que nos assolaram durante os últimos sete anos, de uma história que quase dava para escrever um livro. Os sistemas não são perfeitos e estes são os riscos que corremos enquanto cidadãos que participam na comunidade. Explicamos de forma muito clara o que fizemos e o Tribunal e o próprio Ministério Público fizeram questão de frisar que não cometemos crime. Não fomos absolvidos por questões formais, mas sim porque o que fizemos foi o que devíamos ter feito para salvar o Vitória.”

Júlio Mendes acrescentou que “ficou provado em Tribunal que o que estava combinado com a Autoridade Tributária é que o acordo de pagamento em prestações, de 12 anos, das dívidas que tinha herdado incluía esses impostos. O que ficou claro é que não cometemos crime algum, pelo contrário agimos com absoluta diligência e fomos nós que salvamos o clube de ter fechado.”

Marcações: Júlio Mendes, Vitória Sport Clube

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