Ministério Público acusa administradores da Dextra

Os últimos administradores da empresa Dextra, foram acusados do crime de falência fraudulenta. A notícia faz manchete na edição desta semana d´O Comércio de Guimarães. A acusação foi deduzida pelo Ministério Público, num processo que tem julgamento marcado para o próximo mês.
Sobre os quatro arguidos, pais e filhos, pende a acusação de "descapitalização" de uma empresa que gozava de uma situação de perfeita viabilidade.
Os arguidos são acusados de "apropriação" de bens imóveis da empresa, veículos, mercadorias acabadas sem facturação ou facturadas por valores inferiores aos reais, com apropriação do preço total da venda ou da diferença entre o pago e o facturado. Acresce a aquisição de mercadorias facturadas em nome da Dextra, vendidas sem entrarem na empresa e com apropriação do valor pago, o mesmo acontecendo com veículos e créditos da sociedade.
Os arguidos são ainda acusados de onerar a empresa com despesas de materiais e salários de trabalhadores em obras levadas a cabo nas suas cinco residências.

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