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As ideias políticas e sociais de Jesus Cristo

Acabamos de viver a quadra natalícia, a festa da família por excelência na qual é evocada, sobretudo, a figura de Jesus Cristo da Família de Nazaré. É o tempo de encontro de familiares, por vezes dispersos pelos quatro cantos do mundo, que chegam a percorrer milhares de quilómetros para poder viver, com

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Valha-nos Santo Ambrósio!

Santo cujo dia litúrgico coincide com o da abertura da época do Teatro La Scala; neste ano a de 2019/2020 e que foi iniciada, pela primeira vez, com a Tosca de Puccini.
Assim, no dia 7 do mês que transcorre, antecipando uma espécie de grandiosa prenda de Natal, pode-se assistir, via arte tv, à transmissão integral dessa opera; com elucidações antes do início e nos intervalos. E aquelas quase três horas, cerca de duas de espectáculo, valeram a pena. Arrebatadoras! Nem

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O meu único pecado mortal

Uma das coisas que nos tempos de hoje, não o dia em que escrevo, mas o período errático que de há anos vamos vivendo, me causa alguma inveja, são as ortóteses de ortodontia, vulgo, aparelhos. Puseste aparelho? ouve-se perguntar, assim sem mais menção alguma ou gesto auxiliar, e já sabemos que o inquirido passou a ser portador de uma das referidas ortóteses, e não a outro aparelho qualquer, como por exemplo aparelho auditivo, pois que, neste caso, o facto normalmente não é objeto de questionário, sendo-o sim, e frequentemente, a questão inversa, tipo – porque não usas aparelho? quando o interlocutor é modesto na perceção do que se lhe diz ou se lhe questiona.

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Reflexões que Guimarães tece

Segundo a explicação actual mais difundida o Universo teria advindo de uma explosão, dita o Big Bang e estaria ainda em expansão (numa das três hipóteses conjecturáveis: a expansionista, a confinável e a retraccionista; com a sempre antagónica noção irracional de um contraposto vazio absoluto, o inconcebível Nada). Sem nos enfronharmos em quaisquer especulações sobre estas visões do concreto material massivo em que somos, no que dele temos a uma escala macroscópica enorme, são as galáxias e, dentre miríades destas, a nossa. E nela, na sua borda, um sistema estelar de uma anã amarela: o qual apelidamos de sistema solar (com os seus planetas, satélites, asteroides e demais corpos celestes locais).

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Um fantasma ao frio

O meu organismo é muito dado às estações do ano. E como feito que sou de corpo e espírito, também este me pede regularidade climática, de tal modo que corpo e espírito, sendo inseparáveis, no que ao assunto respeita sinto como que uma mais intensa fusão entre a matéria e o incorpóreo que constituem a criatura que, para escrever estas linhas, precisa de ambos aqueles elementos, ainda que em partes desiguais, pois muito maior é a necessidade do invisível do que do visível de que é feito.

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Haja memória

Sem quaisquer rigores de pretensão histórica nas genéricas invocações que se irão fazer abaixo, ocorrem situações que, neste momento de questionação de valores europeus que vêm de sedimentações seculares, convém reavivar. Tanto mais que as novas gerações não terão delas noção, afora uma que outra menção que se lhes faça (mas que, por não sofrida na pele, não lhes dizer muito, ou, inclusivamente, nada e por isso lhes passam ao lado) propiciam aberturas

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Talvez ficção

Consigo imaginar como se inventa um tema musical, assim como consigo entender como nasce e como se excuta obra de artes plásticas. Porém a génese dos romances, dos bons romances, continua a ser para mim algo de prodigioso, pela capacidade de imaginação e inventiva que revela.

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Não ter opinião

Das coisas que eu mais sinto saudades de ouvir, nos outros e mesmo em mim, é a lapidar frase eu não tenho opinião sobre o assunto. Não ter opinião é refrescante pois, hoje em dia, toda a gente tem opinião sobre tudo. Provavelmente a reboque das redes sociais toda a gente opina sobre o ponto ideal de cozedura de uma lasanha, ou sobre a Greta, ou sobre a Joana Vasconcelos.
Todos nós viramos uma espécie de Leonardo Da Vinci com a cultura suficient

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Guimarães e as suas festas

Guimarães, berço da pátria e primeira capital do reino foi, ao longo da sua rica história, com quase nove séculos, palco e actor importante na construção do Portugal de hoje.Guimarães, berço da pátria e primeira capital do reino foi, ao longo da sua rica história, com quase nove séculos, palco e actor importante na construção do Portugal de hoje.

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A primeira vez

A primeira vez não tem necessariamente que ser boa. Mas basta ser a primeira vez para ter a magia que as coisas feitas pela segunda, terceira, ou quadringentésima segunda vez não têm. E isso é uma fatalidade que em vez de se iludir tem que se aceitar. Serenamente.

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Orgulho Vimaranense

No âmbito das comemorações do centenário da morte do Conde de Margaride, um dos mais ilustres vimaranenses de entre os nascidos no século XIX, promoveu a sociedade Martins Sarmento no passado dia 30 Outubro uma sessão com o tema “O Conde de Margaride e a afirmação política de Guimarães e da sua identidade” com a participação do Dr. António Amaro das Neves e do professor José Manuel Lopes Cordeiro.No âmbito das comemorações do centenário da morte do Conde de Margaride, um dos mais ilustres vimaranenses de entre os nascidos no século XIX, promoveu a sociedade Martins Sarmento no passado dia 30 Outubro uma sessão com o tema “O Conde de Margaride e a afirmação política de Guimarães e da sua identidade” com a participação do Dr. António Amaro das Neves e do professor José Manuel Lopes Cordeiro.

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Em branco

“Acho que já chega: os abstencionistas devem ser tratados como aquilo que são – auto-excluídos da democracia. E se não os querem penalizar, como eu acho que deveriam ser, ao menos que não os transformem em personagens principais...”““Acho que já chega: os abstencionistas devem ser tratados como aquilo que são – auto-excluídos da democracia. E se não os querem penalizar, como eu acho que deveriam ser, ao menos que não os transformem em personagens principais...”
Miguel Sousa Tavares. Expresso. 12 de outubro de 2019.

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O Professor Freitas do Amaral

Recebi e vivi a revolução de Abril de 74 com a alegria entusiasmante que a generalidade dos jovens do meu tempo, receberam, sentiram e viveram.Recebi e vivi a revolução de Abril de 74 com a alegria entusiasmante que a generalidade dos jovens do meu tempo, receberam, sentiram e viveram.

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