Educação e Mediação Cultural aposta na diversidade para atingir todos os públicos

Espectáculos, oficinas, formação, exposições e visitas orientadas fazem parte da programação cultural que vai preencher os próximo meses - Setembro a Julho de 2021- da agenda de Educação e Mediação Cultural (EMC).
A programação arranca com o primeiro de sete espectáculos previstos para os próximos três meses. «Gestos Bravos» vai ocupar a Black Box, do Centro Internacional das Artes José de Guimarães de 7 a 10 de Outubro, numa peça do Teatro do Bolhão, a cargo de Joana Providência.
Segue-se o Teatro de Marco Paivas, «Aldebarã», que terá lugar nas escolas e IPSS do concelho, de 20 a 22 de Outubro.
De regresso à Black Box, a obra «As cidades Invisíveis», de Alex Cassal, leva adultos e adolescentes a reflectirem sobre questões relacionadas com as migrações e os refugiados. A obra vai ser apresentada no dias 29 e 30 deste mês.
«A Árvore Branca» é um espectáculo vai ter lugar nas escolas no mês de Novembro, seguindo-se «Amor de Perdição», nos dias 23 e 25, com Leonor Barata. Em Dezembro, o Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor recebe de 1 a 3 de Dezembro a peça teatral «Romeu e Julieta» e a Black Box, nos dias 11 e 12, o espectáculo «A Revolta dos Objectos: uma conferência animada».
A programação da EMC contempla ainda oficinas e visitas que irão decorrer durante todo o ano de 2021 e as exposições do Observatório Natural (12 de Setembro a 1 de Dezembro, no CCVF), Lições Iluminadas (Maio a Setembro no CIAJG) e Pergunta ao tempo (de maio a Setembro, na Casa da Memória).
Na apresentação da programação da EMC destaque também para os grandes projectos que vão decorrer no final deste ano e durante o próximo ano.
A directora artística o d'A Oficina, Fátima Alçada, fala de uma programação "diversificada" que procura chegar a "todos os públicos". "É uma tentativa de chegar ao máximo de pessoas. A programação para este ano é uma programação particular, porque fruto da pandemia vários espectáculos foram adiados. Esta foi a resposta encontrada para cumprir com o público e artistas", referiu Fátima Alçada, acrescentando que parte da programação passa pelo "digital".
Na sua intervenção, a vereadora da Educação, Adelina Pinto, sublinhou o "reforço" da programação apesar dos tempos de pandemia provocado pela Covid-19. "Quantidade de coisas que estão aqui que podem estimular as nossas crianças e nossos jovens", frisou a vereadora da Cultura. Adelina Pinto reiterou a vontade de "acesso à cultura" de todos, o que se traduz em mais "exigência" por parte da Educação e Mediação Cultural.


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