Câmara quer combater imigrantes ilegais

O Presidente da Câmara Municipal de Guimarães está preocupado com o aumento do número de imigrantes de leste ilegais a residir no concelho. Numa reunião com o Conselho Municipal da Segurança, realizada no início da semana, António Magalhães deixou bem claro que este é um caso de polícia. Por isso, pediu a intervenção da PSP de Guimarães para casos como têm ocorrido junto ao Nó do Castanheiro. Mas a praga não se fica, apenas, pelos imigrantes ilegais que aumentam nas ruas do concelho, em actos de mendicidade. Os consequentes acampamentos ciganos em Creixomil são para acabar. Até porque está em causa a saúde pública.
Finalmente, o Presidente da Câmara desvendou o mistério das alegadas declarações de um membro da Irmandade da Penha que terá desvalorizado o papel da Câmara na recuperação da montanha. Afinal, não se trata de nenhum elemento daquela instituição, mas do responsável técnico do plano de requalificação da Penha, Noé Dinis. António Magalhães referiu esta manhã que o arquitecto, numa entrevista ao jornal O Comércio de Guimarães, e passamos a citar teve um cuidado cirúrgico para não falar no apoio da Câmara às obras realizadas pela Irmandade na montanha da Penha. Depois de tudo esclarecido, o assunto está, agora, sanado.
Por sanar estão ainda as declarações dos comerciantes do Centro Histórico, que recentemente criaram uma associação. O PSD, que vê a associação como um movimento que deve ser elogiado, não gostou da postura do Presidente da Câmara relativamente ao assunto, depois da ACIG ter admitido ser excelente este tipo de associações.
Na agenda de trabalhos, a Vereação aprovou, por unanimidade, uma proposta para encerrar ao trânsito o Centro Histórico, às sextas, sábados e vésperas de feriados, entre as 21 e a uma hora da manhã, durante os meses de Junho, Julho, Agosto e
Setembro. As condicionantes excluem os moradores. A medida entra em vigor no dia 9 de Agosto.

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