AM aprovou saída de Guimarães do Quadrilátero

A Assembleia Municipal aprovou por maioria a saída do município de Guimarães da Associação Quadrilátero Urbano. A proposta foi aprovada pela maioria socialista que aprovou uma outra da sua autoria que confere à Câmara o direito de consumar o abandono quando assim o entender.
Depois de em comunicado o Presidente da Câmara ter justificado a saída pela forma como foi apresentada uma notícia no JN, no dia 4 de Fevereiro, a maioria socialista viria a acrescentar a baixa execução dos projectos da Associação, como razão para o abandono. Sendo assim, Ângela Oliveira, do CDS, considera que a Câmara faz uma auto-crítica dado que também teve responsabilidade na gestão do Quadrilátero Urbano.

Cândido Capela Dias da CDU lembra que há compromissos assumidos pela Câmara no âmbito do Quadrilátero que podem acarretar prejuízos para o Município, perante uma saída que começou por assentar num pressuposto que considerou ridículo.

Também o bloquista Joaquim Teixeira lamentou que na base da decisão tenha estado a discordância do Presidente da Câmara sobre a forma como foi apresentada uma notícia de jornal.

Já o PSD lembrou que a adesão ao Quadrilátero ocorreu na base da importância estratégica de desenvolvimento para a região, argumento renovado no final de 2012. Senso assim, Luís Cirilo considera que o PS tomou uma atitude que nada tem a ver com os interesses de Guimarães.

Sendo assim, o PSD requereu a lista de comparticipações e programas que envolvem Guimarães no âmbito do  Quadrilátero, os seus relatórios e contas bem como as actas das reuniões daquela Associação para saber que objecções e problemas a Câmara identificou que justifiquem o abandono agora aprovado.
O Presidente da Câmara não se mostrou preocupado com os argumentos da oposição e até reconheceu a cota parte de Guimarães no mau funcionamento da Associação que diz ser a verdadeira razão que justifica a saída.



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