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O ovo de Colombo

É conhecida a expressão, e o significado de, o ovo de Colombo; seja o subterfúgio da sua autoria, ou não e refira-se à viagem para o outro lado do Atlântico ou ao mais antigo projecto da cúpula do Duomo de Florença.

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A vertigem

 
“Não quero alcançar a imortalidade através do meu trabalho; quero alcançá-la não morrendo. Não quero viver no coração dos meus compatriotas; quero viver no meu apartamento.”
Woody Allen. The illustrated Woody Allen Reader. 1993.
 
Em boa hora um par de amigos ofereceu-me os livros de Yuval Noah Harari, um historiador israelita cujos livros são atualmente estrondosos (e merecidos) best-sellers. Harari fala sobre a evolução humana e muitas vezes “perde-se” numa mesma ideia que reformula ao longo dos seus livros, em estilo mas não em conteúdo. O escritor simplifica as ideias que nos pretende transmitir em torno de factos que marcaram a evolução humana. E, como sabemos, é bem mais difícil simplificar do que complicar.

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Mobilidade

Tal como em reunião de Câmara tive ocasião de referir, reconhecendo a importância e a necessidade das ciclovias na ligação da cidade aos seus principais polos urbanos como Pevidém, Moreira/Lordelo, e S. Torcato, entendemos que a ciclovia prioritária deveria ser, claramente, a da ligação da cidade à vila das Taipas, acompanhando a requalificação da Estrada Nacional 101, por ser esse o itinerário que mais impacto tem na vida dos vimaranenses, tendo em conta os 40.000 que residem na zona norte e por onde diariamente circulam 20.000 automóveis.

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Cães no desemprego

““Um laço de 15000 anos gerou uma compreensão e um afeto muito profundo entre seres humanos e cães do que entre quaisquer outros animais. Em alguns casos, os cães mortos até eram enterrados de forma cerimonial, tal como os seres humanos.”
Yuval Noah Harari. Sapiens, de animais a deuses. 2011.

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45 minutos

Desde 09 de janeiro de 2006, data em que a Parca da roca e do fuso suspendeu a fiação da li-nha que para mim tecia mas, porventura porque a mana da tesoura estivesse a afiar o instrumento do corte, resolveu continuar, assim me ficando delas, Parcas, apenas o susto, e a recomendação, por quem se dedica a esticar o mais possível a linha que para cada um dos vivos elas tecem, de diariamente dedicar cerca de quarenta e cinco minutos da minha poupada vida a caminhar em passo de quem não quer chegar atrasado ao destino, que é precisamente o minuto 45 a contar daquele em que tiver partido.

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Infarmed sim, Infarmed não

Não há presente sem passado.
Tal qual a vida de cada um, a sociedade também consiste num processo que se arrasta à superfície do planeta há milhares de anos; centenas de milhares mesmo. E o que somos hoje, todos os humanos, é o resultado em movimento desse caminhar e das diversidades que entre nós se foram gerando. Ora, como será de fácil compreensão, a menorização que, por vezes, se faz do deixado para trás e, pior, o seu desconhecimento, pode não permitir uma leitura coerente da actualidade, desirmanando-a da sucessão que é e provocando a tendência para isolamento dos acontecimentos, como se, muitas vezes e na evidente diferenciação de circunstâncias, as suas causas remotas não proviessem de embriões que viram a luz nesses idos tempos.

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Plataforma das Artes

Estive pessoalmente envolvido nos ante­cedentes do conteúdo da Plataformas das Artes e da Criatividade, o que resultou não só de solicitação nesse sentido, mas igualmente pelo gosto e interesse que há muito era o meu de que Guimarães fosse dotada de uma estrutura cultural no âmbito das artes plásticas, pois que para praticamente todas as demais artes, a nossa cidade estava já suficientemente dotada de infraestruturas bastantes, de qualidade e, para mais, geridas de modo a fazer delas corpos cheios de vida e cumpridores da função que lhes foi destinada.

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